sexta-feira, 28 de junho de 2013

Faça da festa de seu casamento um momento ainda melhor!



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Pacotes com preços acessíveis, didática inovada, trabalho feito por dois professores o que faz a condução do cavalheiro ser mais precisa e todo o charme e sensibilidade da dama são aproveitados, fazendo com que o corpo se acostume com todos os movimentos e expressões, tornando a dança natural.




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Consulte-nos, você vai gostar!

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Conheça um pouquinho da história de cada ritmo!

Valsa

Este ritmo tão refinado teve sua origem em regiões campestres Da Áustria e Alemanha,  no início somente era praticado por camponeses simples destas regiões. No final do século XIII tomou conta dos salões de baile da alta sociedade vienense.








Tango

O Tango nasceu nos fins do século XIX derivado das misturas entre as formas musicais dos imigrantes italianos e espanhóis, de afrodescendentes  dos conquistadores espanhóis que já habitavam os pampas e de um tipo de batuque chamado "Candombe". Há indícios de influência da "Habanera" cubana e do "Tango Andaluz". Nasceu como expressão folclórica das populações pobres de todas aquelas origens, que se misturavam nos subúrbios da crescente Buenos Aires.
Em público, dançavam homens com homens. Naquele tempo era considerada obscena a dança entre homens e mulheres abraçados, sendo este um dos aspectos do tango que o manteve circunscrito aos bordéis, onde s homens utilizavam os passos que praticavam e criavam entre si.Mais tarde, o tango se tornou uma dança tipicamente nos bordéis, principalmente depois que a industrialização transformou as áreas dos subúrbios em fábricas transferindo a miséria e os bordeis para o centro da cidade.


Bolero

O bolero um ritmo tão romântico que mescla raízes espanholas locais de vários países hispano-americanos. De origem Cubana tornou-se mais conhecido como canção romântica mexicana, sofreu modificações, especificamente desenvolvendo temas mais românticos e de ritmo mais lento.
Origem da palavra bolero Pequenas bolas, chamadas de "boleras", que ornamentavam os vestidos das dançarinas espanholas que imitavam bailados ciganos.

                         
  Zouk

Hoje em dia dançamos um estilo sensual de música que nos acostumamos a chamar de Zouk e aprendemos que é um parente da lambada, chamado também de lambada francesa. 

O Zouk é um moimento musical que nasceu nas ilhas caribenhas de colonização francesa e é um termo da língua creole (mistura do francês com línguas africanas) que significa festa.   Porém nos lugares onde teve a sua origem, o Zouk não é dançado da mesma forma que aqui no Brasil. Aproveitamos este novo estilo musical e colocamos em prática nossa velha lambada, porém de forma mais lenta e sensual.           

Salsa

Salsa, em castelhano, significa "tempero" e a adoção do nome quis transmitir a ideia de uma música com "sabor". O movimento que originou este novo estilo de música Latino-americana começou em Nova Iorque, quando um grupo de jovens músicos começou a mesclar sons e ritmos visando crias uma sonoridade que tivesse um "sabor" latino-americano. E este tempero picante envolveu os corpos em uma dança muito sensual.

Soltinho

Não se tem certeza da época, nem local de seu aparecimento. É uma dança, semelhante ao rock e o swing americano, mas com a improvisação, a "ginga" e o "tempero" brasileiro. O soltinho não tem uma música que o caracteriza, pode ser dançando com Dance Music, Rock e Foxtrot. Músicas que tenham balanço, que sejam normalmente para serem dançadas em separado.


Sertanejo Universitário

Ainda não existe nenhum estudo sobre como esta dança nasceu. Ao que tudo indica a dança tenha nascido dentro das escolas de dança, ou pelo menos se desenvolvido rapidamente por elas.
Ao observar a dança, podemos ver as várias semelhanças com outros ritmos dançados a dois como o Samba-Rock, Zouk, Forró, Salsa, misturados ao Vanerão Sulista, Country e Samba de Gafieira.
Sabemos pouco sobre a origem do estilo, mas a ança toma conta cada dia mais dos amantes da atual música sertaneja.

Forró

A versão mais popular de sua origem, é que o nome forró significa "For All"(para todos em inglês". A frase era escrita nas porta dos bailes promovido pelos ingleses no interior de Pernambuco, no início do século, quando ele vieram para o Brasil construir ferrovias. Se a placa estivesse na porta era sinal de que todos poderiam entrar na festa, regada a ritmos dançantes que prenunciavam o forró de hoje, versão esta defendida por Luiz Gonzaga.


Samba de Gafieira

Um dos principais aspectos observados no estilo samba de gafieira é a atitude do dançarino frente a sua parceira: malandragem, proteção, exposição a situações surpresa, elegância e ritmo. Na hora da dança, o homem conduz a sua dama, e nunca o contrário.
Diz-se que, antigamente, o malandro da Lapa fazia uso de um terno branco, sapatos preto e branco, ou marrom e branco e, por debaixo do paletó, camisa preta e branca ou vermelha e branca, listradas horizontalmente, além de um chapéu Panamá ou Palheta - há uma confusão sobre esses dois chapéus, parecidos de longe, porém, de perto são bem diferentes. Dentro do bolso, carregavam uma navalha.

Dançando, o dito "malandro" sempre protege sua dama, dando a ela espaço para que possa se exibir para ele e para o baile inteiro ao seu redor, ao mesmo tempo, impedindo uma aproximação de qualquer outro homem para convidá-la para dançar.

Samba Funk

O ritmo atualmente conhecido como "Samba Funkeado" é um novo estilo, mais elaborado e ousado de Samba de Gafieira. Foi criado pelo professor e coreógrafo "Jimmy de Oliveira" do Rio de Janeiro. Hoje muito procurado por jovens, por ser uma dança realizada em músicas diferentes do tradicional Samba.


Samba-Rock

É necessário que se compreenda essa definição de samba- rock quanto "dança", e não quanto um gênero musical. Para que com isso, se evite a saturação do estilo genial criado por Jorge Ben e se valorize ainda mais quanto a expressão corporal, que é a sua real importância como um bem cultura dos negros de São Paulo, onde nasceu a dança e se popularizou, não só na capital, mas em todo o interior do Estado. Sendo mais tarde exportado no Brasil e mundo afora, dando lições de habilidade, talento e criatividade, e principalmente de orgulho e auto-estima elevada, já que além do swing, o verdadeiro apreciador do samba-rock e frequentador dos bailes nostalgia preza a elegância , a beleza, o charme, a vaidade e o desenvolvimento cultural e intelectual.

Pagode

O pagode é um gênero musical brasileiro originado a Cidade de Salvador, ha quem diga que originou-se no Rio de Janeiro, a partir da cena musical do samba dos fundos de quintais, muito comuns no subúrbios da cidade.
O termo pagode começou a ser usado como sinônimo de samba por causa de sambistas que se valiam deste nome pra suas festas, mas nunca o citaram como estilo musical. Em qualquer festa que se preze, porém, não pode faltar música alegre e aí, naturalmente, entra o samba. Foi ele que fez do pagode uma das mais fortes tradições dos subúrbios do Rio de Janeiro.



terça-feira, 25 de junho de 2013

Ser Professor. Por Fabíola Brant

Muitos acham que ser professor de dança é fácil, mas além de mostrar os passos, somos responsáveis outras muitas outras coisas, é preciso a consciência da responsabilidade de ensinar...







segunda-feira, 24 de junho de 2013

Como escolher o sapato para a dança! Por Fabíola Brant

Como escolher sapatos para a dança de salão.



A escolha do sapato

 Vários modelos de marcas específicas para a dança já encontramos no mercado. mas você não precisa restringir-se a eles para escolher um bom sapato de dança. Siga as dicas abaixo e poderá comprar sapatos confortáveis para a dança em lojas não especializadas.


 Para aulas regulares, salto entre 2 e 4 cm. Se for necessário usar saltos mais altos,por necessidade do estilo ou por sua preferencia, procure alternar os períodos de ensaio com outro tipo de calçado, como o tênis para dança por exemplo.

Evite saltos muito finos,
 muito finos, pois diminuem ainda mais a possibilidade de posicionar o peso durante a realização dos passos. Prefira saltos mais largos que possibilitem esta distribuição.

 Procure sapatos que fiquem firmes no pé,
 tipo boneca, ou sandálias que tenham apoio para o calcanhar, de preferência com tiras e fivelas para que o pé fique bem preso ao tornozelo e que seja bem fechado na parte da frente.
Evitando assim qualquer acidente. esta dica é fundamental para iniciantes, e não segui-las pode lhe trazer falta de equilíbrio e dificuldade para realizar os movimentos,

Evite solados de borracha,
 geralmente estão presentes nos calçados que não são específicos para dança.
O que você pode fazer é mandar colocar uma sola de camurça ou feltro espesso para adequá-lo.

 Plataforma?Nem pensar! O solado duro e não articulável do sapato plataforma impede o adequado  funcionamento das articulações dos dedos dos pés, aumentando o risco de doenças ortopédicas e prejudicando as técnicas da dança, gerando movimentos pesados e desequilibrados.

 Sapatos “bicudos”? Também não! A parte da frente do sapato deve respeitar o tamanho do pé. Além de prejudicarem a dança, também tem razões ortopédicas. Não devemos esquecer que o espaço deixado pela dama será ocupado pelo cavalheiro e vice-versa. 

Sola do calçado e coeficiente de atrito

 Preste atenção ao tipo de solado do seu calçado de dança e veja se ele não prejudica seu desempenho na pista ou na sala de aula. Ele não deve permitir que você escorregue demais, mas também não deve prende-lo excessivamente ao chão. Se isso acontecer, as articulações dos tornozelos e joelhos podem ser torcidas, e como ela não são preparadas para este movimento, podem ocorrer lesões.



domingo, 23 de junho de 2013

Ética e Postura na dança de Salão por Fabíola Brant

Ética e postura na Dança de Salão

Estes dias lendo sobre a dança, fiquei muito admirada com o comentário de um colega profissional da Dança, justamente sobre postura.

Mesmo com a evolução e mudanças constantes neste meio, criação de novos passos, estilos, ritmos novos. Em minha opinião acho que coisas que são tradicionais devem ser conservadas.

Em todas as aulas que freqüentei, todos os professores que tive, sendo eles mais velhos ou mais novos, sempre a postura se manteve, o que devemos ensinar ao aluno, são os passos, ritmo, técnica e o bom comportamento dentro desta tão nobre forma de expressão corporal.

Ao ler que durante as aulas sempre diz aos cavalheiros que não devem ter medo de chegar próximo da dama durante a dança, ( claro que estava escrito com palavras bem  mais diretas), para que este contato entre os corpos mostre a sensualidade dizendo  não ser a sexualidade, existe uma contradição, pois, dois corpos unidos em demasia, com certeza mostrarão  a sexualidade e vulgaridade dentro do ritmo.

Para cada ritmo existe um posicionamento específico, uma distância limite para que se possa desenvolver os movimentos. O contato corporal existirá na dança enquanto os passos estão sendo desenvolvidos, porém não devemos desrespeitar o espaço de nosso parceiro, existem ritmos que exigem uma proximidade maior para a beleza natural dos movimentos aparecer. Durante a dança o lado sensual certamente irá fluir pela desenvoltura da dama em seus gestos, expressões e movimentos durante a condução do cavalheiro, onde a dama parece flutuar pela leveza que traz. Não há a necessidade de corpos colados para que isso aconteça.

Uma bela dança é aquela que quando assistida desperta a vontade de dançar em quem a observa.

Ai sim, estaremos respeitando os princípios da Dança de Salão.

Lembrando também que para a Dama é totalmente desagradável dançar com um cavalheiro que não conheça, tomando-a por inteiro sem respeitar os limites e a postura de cada ritmo, por conseqüência a própria Dama.

Devemos conservar estes limites e fazer da Dança um momento agradável para todos, os dançarinos e os que assistem, sem deixar que a vulgaridade transpareça.

Afinal não queremos transformar um baile de Dança de Salão em um simples baile Funk.


É a magia  que deve permanecer com as tradições e se adaptando as modificações que já aparecem e as que estão por vir.


Fabiola Brant